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E só eu que podia...

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Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...


Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor


Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor


Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador

Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
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Quando ela chega

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Quando ela chega...

Não há data precisa, não há momento,circunstância. Vêm sublime, sem avisos e não há nada que alarde, ao menos com o mínimo indicativo, muito menos com tal proporção ao estrago que ela faz. É injusta,deveria sim, vir com mil placas de perigo, adornos em “rosa cheguei” rodeada ainda de letreiros luminosos. E quem disse que a vida é justa?
Nem o mais farejador dos cães nos avisa. Não dispõe de tais mecanismos avançados que nos alertem dessa intrusa. Um furacão. Nada mais, nada menos. Ela chegou. Como era previsto, você foi o primeiro a sentir, porém, o último a saber. Transtorno. Você seus planos embaralharem, suas metas se confundirem, o seu tempo passar ou parar, sempre inversamente proporcional ao que você quer. Prioridades? Você não sabe mais o que é.
Ela causa dependência, sem cura, antídotos, remédios ou qualquer curativo que alivie seu efeito. A tortura torna-se maior por não vê-la, não tocá-la e assim, não poder tirá-la a força. Ela te dominou sem te dar defesas e te dopou a ponto de uma hora qualquer fazer você rir de tal covardia. Isso te consumirá, te fará arder e perder o sono. Como um bom dependente, você verá um zumbi ao olhar-se no espelho e o efeito atordoante é que ainda assim, não terá forças pra mandá-la embora de vez. Verá suas idéias tão confusas quanto um nó de rodovias sem placas e assim, perderá a noção: Te fará bem ou mal?
A essa altura, pouco importa. Tornar-se-á daltônico, e a confusão de cores te fará enxergar tudo azul, até o dia mais cinzento. Ela chegará quando você estiver menos disposto, quando não tiver a mínima vontade de compartilhar e em sua fase mais egoísta, ainda assim, você terá coragem de mandá-la embora. Os sintomas, já tornaram-se normais. E tudo que pedirá a Deus nessa hora é que chegue logo o momento de vocês estejam juntos e desfrutem os sintomas lado a lado.
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Quando ela chega

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Quando ela chega...

Não há data precisa, não há momento,circunstância. Vêm sublime, sem avisos e não há nada que alarde, ao menos com o mínimo indicativo, muito menos com tal proporção ao estrago que ela faz. É injusta,deveria sim, vir com mil placas de perigo, adornos em “rosa cheguei” rodeada ainda de letreiros luminosos. E quem disse que a vida é justa?
Nem o mais farejador dos cães nos avisa. Não dispõe de tais mecanismos avançados que nos alertem dessa intrusa. Um furacão. Nada mais, nada menos. Ela chegou. Como era previsto, você foi o primeiro a sentir, porém, o último a saber. Transtorno. Você seus planos embaralharem, suas metas se confundirem, o seu tempo passar ou parar, sempre inversamente proporcional ao que você quer. Prioridades? Você não sabe mais o que é.
Ela causa dependência, sem cura, antídotos, remédios ou qualquer curativo que alivie seu efeito. A tortura torna-se maior por não vê-la, não tocá-la e assim, não poder tirá-la a força. Ela te dominou sem te dar defesas e te dopou a ponto de uma hora qualquer fazer você rir de tal covardia. Isso te consumirá, te fará arder e perder o sono. Como um bom dependente, você verá um zumbi ao olhar-se no espelho e o efeito atordoante é que ainda assim, não terá forças pra mandá-la embora de vez. Verá suas idéias tão confusas quanto um nó de rodovias sem placas e assim, perderá a noção: Te fará bem ou mal?
A essa altura, pouco importa. Tornar-se-á daltônico, e a confusão de cores te fará enxergar tudo azul, até o dia mais cinzento. Ela chegará quando você estiver menos disposto, quando não tiver a mínima vontade de compartilhar e em sua fase mais egoísta, ainda assim, você terá coragem de mandá-la embora. Os sintomas, já tornaram-se normais. E tudo que pedirá a Deus nessa hora é que chegue logo o momento de vocês estejam juntos e desfrutem os sintomas lado a lado.
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O tudo que não diz nada (?)

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Usando na prática

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Pois adiantaria, em nada, apenas tê-la tatuada em meu braço e não utilizar dos seus pricípios.

Segundo a mitologia grega, a Fênix é uma ave que não se alimenta de frutos ou de flores, mas de incenso e de raízes odoríferas. Depois de já ter vivido por cinco séculos, constrói para si um ninho na copa de uma palmeira ou sobre os galhos de um carvalho.

Faz ali um estoque de lírio-da-índia, nardo e mirra, e com essas substâncias edifica e acende uma fogueira sobre a qual se coloca, a fênix morre e a partir dos seus restos mortais surge uma nova fênix.

Quando a mesma cresce e adquire forças o bastante, ela ergue o ninho que está na árvore (que ao mesmo tempo é seu berço e sepultara de sua mãe), e o carrega até a cidade de Heliópolis no Egito, depositando-o no templo do Sol.
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Usando na prática

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Pois adiantaria, em nada, apenas tê-la tatuada em meu braço e não utilizar dos seus pricípios.

Segundo a mitologia grega, a Fênix é uma ave que não se alimenta de frutos ou de flores, mas de incenso e de raízes odoríferas. Depois de já ter vivido por cinco séculos, constrói para si um ninho na copa de uma palmeira ou sobre os galhos de um carvalho.

Faz ali um estoque de lírio-da-índia, nardo e mirra, e com essas substâncias edifica e acende uma fogueira sobre a qual se coloca, a fênix morre e a partir dos seus restos mortais surge uma nova fênix.

Quando a mesma cresce e adquire forças o bastante, ela ergue o ninho que está na árvore (que ao mesmo tempo é seu berço e sepultara de sua mãe), e o carrega até a cidade de Heliópolis no Egito, depositando-o no templo do Sol.
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