É impressionante (como uso essa palavra! Até parece que realmente me impressiono com tudo...) a capacidade que o ser humano tem de não viver. O povo sobrevive. Anda no planeta Terra, mas viver que é bom, necas! São medos e fantasmas que assombram, experiências passadas que nos travam, fracassos que nos intimidam e aquela covardia de não tentar. Se tivéssemos uma visão macro, observaríamos que a vida passa num suspiro. Quantos anos tem nosso planeta? Quantos anos tem nosso país? Pra não ser tão exagerado, vocês se lembram do aniversário de 18 anos de vocês né? Parece que foi ontem... Quantos anos você vai viver? Fez a conta proporcional? Nos preocupamos com coisas pequenas, brigamos por coisas fúteis e infelizmente damos mais importância a outras tantas coisas que deveriam sair na nossa urina. Não deveria ser difícil sorrir na maioria das vezes nesse curto espaço de tempo que temos aqui. Óbvio que nem tudo são flores e tem horas que se alguém lhe manda sorrir tudo que você quer é arrancar os dois dentes da frente da pessoa com um só soco, mas somos exigentes demais, pessimistas demais. Não foi segredo pra ninguém que me acompanha quando disse que estava passando uma fase bem ruim, o que até rendeu alguns posts bem humorados (quem estava próximo sabe que meu humor na real não estava lá essas coisas). Esse fim de semana rolou uma viagem com uns amigos e uns amigos de amigos, ou seja, nem todos se conheciam. Como tudo que tem muita gente sai fora do controle, a viagem não foi tão boa quanto eu esperava. Eis que eu decidi fazer a minha viagem ficar boa. Abracei um whiskey e os amigos mais chegados e renderam vídeos, pulos na piscina e um fim de noite sentado em frente a churrasqueira cantanto Legião Urbana em coro (quando o efeito etílico passou, fomos embora, tudo bem...rs). Cheguei ao Rio domingo de manhã e o domingo estava ensolarado, convidativo a não ficar em casa. Assisti ao jogo do Mengo e Aliás, a minha má fase? Foi pra puta que pariu.
E que venha o carnaval.
E que venha o carnaval.
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